Hipertexto

quinta-feira, 13 de maio de 2010

é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual agrega-se outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente link. Esses links ocorrem na forma de termos destacados no corpo de texto principal, ícones gráficos ou imagens e têm a função de interconectar os diversos conjuntos de informação, oferecendo acesso sob demanda as informações que estendem ou complementam o texto principal.


Será o hipertexto um novo espaço da escrita?

Deixemos claro desde já o que deve ser entendido com novo espaço
de escrita. Para Bolter (1991) trata-se de uma nova área que vai
além do espaço da folha de papel e além do espaço do livro e, além
disso, é uma realidade apenas virtual. É um espaço aberto, sem margens
e sem fronteiras.

Quais são os desafios dessa nova forma de escrever?

Os desafios mais sérios do hipertexto estão na área da produção e do ensino e
não da tecnologia, porque esta já está relativamente clara e seus problemas
não são de conceituação. No ensino não é assim, o hipertexto é um ponto de
chegada e não um ponto de partida no caso do ensino.

Em que medida o hipertexto afeta os papéis de autor e leitor?

O hipertexto, pela sua natureza não seqüencial e não-linear,
afeta não só a maneira como lemos, possibilitando múltiplas entradas
e múltiplas formas de prosseguir, mas também afeta o modo como
escrevemos, proporcionando a distribuição da inteligência e cognição.
De um lado, diminui a fronteira entre leitor e escritor, tornando-os parte
do mesmo processo; do outro, faz com que a escrita seja uma tarefa
menos individual para se tornar uma atividade mais coletiva e
colaborativa. O poder e a autoridade ficam distribuídos pelas
imensas redes digitais, facilitando a construção social do
conhecimento.

Qual o futuro do texto tradicional em relação ao hipertexto?

É provável que,no futuro, exigências ainda mais complexas que hoje serão
feitas aos usuários dos hipertextos e para os teóricos isto representa um
esforço de desenvolver uma nova teoria da compreensão que considere em
especial os processos inferenciais para além das relações intratextuais.

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Marketing Viral

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Consome-se mais vídeo online, que nunca e as marcas tentam rentabilizar a tendência com estratégias de marketing viral. A definição de Marketing Viral, foi cunhada originalmente para descrever a prática de vários serviços livres de email de adicionar publicidade às mensagens que saem de seus usuários. Primeiro video é um Comercial para pickup Toyota Tacoma, envolvendo um impacto de meteoro. Foram investidos na epoca 10 milhoes de dollares para alavancar a marca toytota, esse comercial foi divulgado inialmente para 40 estudantes e hoje ja foi visto por mais de 600 mil internautas, ele foi lançado em 2005.



Esse outro comercial, foi feito pela Super Bonder, usaram 400 moedas, colaram na calçada da Av. Brigadeiro Luiz Antônio em São Paulo e as tentativas frustradas dos transeuntes em retirá-las, quem conseguisse tirar as moedas, era dele. Video publicado em abril de 2008 inspirado em pegadinhas e câmeras escondidas, com legendas em inglês, recebeu o título de Worth Every Penny. Em maio do mesmo ano atingiu 119.288 views e 142 comentários. Feito pela DM9.



Fonte: Youtube, Google, DM9.

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ANALIZE DE SITES

terça-feira, 27 de abril de 2010

Acessibilidade - Refere-se a prática de fazer websites que possam ser utilizados por todas as pessoas, sejam portadoras de deficiências ou não. Quando os sites são corretamente concebidos, desenvolvidos e editados, todos os usuários possam ter igual acesso à informação e funcionalidade.

Navegabilidade - Um site deve ser cômodo para o usuário, deve ser facilmente navegável. O usuário tem que poder ir de um lado a outro do site rapidamente e sem se perder.

Visibilidade - Para um site se popularizar no mundo virtual, a sua simples colocação na rede não é suficiente. O seu sucesso depende principalmente da visibilidade do site de internet e da possibilidade de um internauta o encontrar facilmente quando procura por conteúdos. Se está à procura da solução ideal para a visibilidade do site de internet da sua empresa nos principais motores de busca, a dri tem a resposta certa para os seus intentos.

Objetividade - A qualidade daquilo que é objetivo, externo à consciência, resultado de observação imparcial, independente das preferências individuais. Em site, a objetividade está em ser mais claro e limpo, não ficar colocando informações sem necessidade.

Leiturabilidade - Refere-se a facilidade de leitura de palavras e números, assumindo-se que os caracteres são legíveis individualmente. Afetam a leiturabilidade o uso de caixa alta ou baixa, espacejamento, margens e layout.

Usabilidade - A usabilidade são técnicas que ajudam aos seres humanos a realizar tarefas em ambientes gráficos de computador, empregar uma ferramenta ou objeto a fim de realizar uma tarefa específica e importante em um site.

WEB 2.0 –
é um termo criado em 2004 pela empresa estadunidense O'Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a Web como plataforma, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação.

Redes Sociais - São as relações entre os indivíduos na comunicação mediada por computador.
Feeds - (vindo do verbo em inglês "alimentar") é um formato de dados usado em formas de comunicação com conteúdo atualizado frequentemente, como sites de notícias ou blogs.
Interatividade - É quando um site interage com seu internauta, possibilitando comunicar-se com seu conteúdo.

SITE BOM
http://www.asadeaguia.net/index.asp


Acessibilidade – Não tem ferramentas para deficientes acessarem, mas é um site de fácil acesso e carrega rápido.
Navegabilidade – Site limpo, amplo, você bate o olho e vê todas as informações necessarias.
Visibilidade – Além de ser uma banda conhecida nacionalmente, o site e muito bem estruturado e divulgado nas redes sociais mais usadas pelos Brasileiros e também pelo resto do mundo.
Objetividade – É um site bem conciso em suas informações, tem tudo que um fã precisa de saber, muito bem organizado.
Leiturabilidade – A fonte utilizada não tem serifa, a cor utilizada também se adequa ao tema e a marca, o texto mantem uma hierarquia de leitura.
Usabilidade – Pode ser ver o conteúdo assim você abre o site, ele interage com o internauta pois, por se tratar de um site de banda o publico alvo são os fãs e clientes, eles atendem muito bem ao que se é proposto.

WEB 2.0 –

Redes Sociais – Possui opções para seguir a banda em varios tipos de redes sociais.
Feeds – O site por se tratar de uma banda não so nacional, mas mundialmente conhecida, ele é atualizado todo dia.
Interatividade - A interatividade com o fã é boa pois, pode baixar papel de parede, musicas, tem uma parte de contato e outra pra imprensa exclusivamente.


SITE RUIM
http://www.havenworks.com/



Esse site não tem nenhuma das obrigatoriedades para um bom site, só acessibilidade, pois, ele abre rápido e só, a visibilidade, objetividade, leiturabilidade, usabilidade, são ruins. Não tem ferramentas de Web 2.0, como rede sociais, feed, interatividade.


Fonte: Google, Wikipedia.

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Pensamentos

quinta-feira, 11 de março de 2010

Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa de útil por ele (o mundo) antes de aceitá-lo.

Regra 3: Você não vai ganhar vinte mil dólares por mês assim que sair da faculdade. Você não será vice-presidente de uma grande empresa, com um carrão e um telefone à sua disposição, antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e ter seu próprio telefone.

Regra 4: Se você acha que seu pai ou seu professor são rudes, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seu avós tinham uma palavra diferente para isso. Eles chamavam isso de “oportunidade”

Regra 6: Se você fracassar não ache que a culpa é de seus pais. Não lamente seus erros, aprenda com eles.

Regra 7: Antes de você nascer seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por terem de pagar suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então, antes de tentar salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente arrumar o seu próprio quarto.

Regra 8: Sua escola pode ter criado trabalhos em grupo, para melhorar suas notas e eliminar a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar para ficar de DP até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola está despedido… RUA! Faça certo da primeira vez.

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre férias de verão e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Seja legal com os CDF´s – aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas. Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar para um deles.”

Regra 11: Televisão não é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.


Autor: BILL GATES

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Coisas para se fazer quando a internet cai…

terça-feira, 9 de março de 2010

1. Percorrer os arquivos que salvamos mas não sabemos para que:
375 imagens legais ou curiosas,
47 joguinhos Flash,
3 pacotes de ícones, etc;

2. Apagar alguns destes, se arrepender e ir até a Lixeira e restaurar;

3. Mudar os nomes dos arquivos tipo
02145_7gh_25vgveyuw47523v.jpg
para
bola_gato745.jpg;

4. Buscar e apagar os arquivos temporários da internet;

5. Olhar pra ver se o modem voltou a funcionar;

6. Esvaziar a Lixeira;

7. Reiniciar o PC por via das dúvidas;

8. Criar uma pasta Arquivos a Organizar
e mover o conteúdo da antiga pasta Arquivos a Verificar.
Eliminar esta última;

9. Esvaziar a Lixeira;

10. Verificar se o modem voltou a funcionar;

11. Revisar cuidadosamente a lista de serviços pendentes e deixá-la tal qual estava;

12. Organizar o Menu Iniciar;

13. Ir a Conexões de Rede e clicar em Reparar esta conexão.
Esperar… clicar de novo… esperar;

14. Reiniciar o PC por via das dúvidas;

15. Ir ao Painel de Controle, clicar em Opções da Internet e mudar a página inicial para
www.pombobebo.com;

16. Testar diferentes wallpapers com imagens
salvas das galerias de Imagens Surpreendentes;

17. Verificar se nas pastas internas dos Arquivos de Programas
ficaram pastas vazias após desinstalação de software;

18. Procurar, sem sucesso, o CD com os drivers do modem de linha discada;

19. Digitar
http://driverguide.com
no browse para buscar o drive
e só então lembrar que está sem sinal e rir sozinho;

20. Escrever sobre as coisas que se podem fazer no PC
quando não há conexão com a internet…


Fonte: Uol

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Hábitos e posturas sociais, que a internet está destruindo...

1 – A arte de discordar educadamente
As discussões insignificantes dos iniciantes do YouTube podem não ser representativas, mas certamente a internet aguçou o tom dos debates. O mundo dos blogs parece incapaz de aceitar as diferenças de opinião. E os trolls crescem em cada canto da web.

2 – Medo de ser a única pessoa do mundo não tocada pela morte de uma celebridade
O Twitter se tornou uma tribuna aberta para piadas sobre a morte de pessoas famosas. Algumas de muito mau gosto, mas um antídoto para o “luto” dos fãs que, de outra forma, predominaria.

3 – Ouvir um disco do início ao fim
Os singles são um dos benefícios improváveis da internet. Por um lado, não é mais preciso aguentar oito músicas chatas para poder ouvir uma ou duas que valem a pena. Mas, por outro lado, álbuns que valem a pena terão a audiência que merecem?

4 – Pontualidade
Antes dos celulares, as pessoas precisavam manter seus compromissos e chegar ao restaurante na hora certa. Enviar mensagens de texto cinco minutos antes para avisar os amigos do atraso se tornou uma das grosserias descartáveis da era da conectividade.


5 – Listas de telefone
Você pode encontrar tudo que quiser na internet, com dados muito mais completos do que as antigas e mofadas Páginas Amarelas.

6 – Lojas de música
Em um mundo onde as pessoas não estão dispostas a pagarem por música, cobrar delas R$ 30 por 12 músicas dentro de uma frágil caixa de plástico, definitivamente, não é um bom modelo de negócio.

7 – Memória
Quando quase todo fato, não importa quão obscuro e misterioso, pode ser esmiuçado em segundos através do Google ou do Wikipedia, o “mero” armazenamento e recuperação de conhecimentos em sua mente se tornou menos valorizado.

8 – Concentração
Quem, entre o Gmail, o Twitter, o Facebook e o Google News, consegue trabalhar? Uma nova tendência de distúrbio de concentração que se desenvolve.

9 – Decorar números de telefone
Depois de digitar os números na agenda do seu celular, você nunca mais vai olhar para eles de novo.

10 – Teorias conspiratórias
A internet é constantemente repudiada como dominada por pessoas excêntricas, mas, ao longo dos anos, se mostrou muito mais propensa para desacreditar teorias conspiratórias em vez de perpetuá-las.

11 – Preencher formulários na última página dos livros
O mais próximo disso hoje são os serviços das livrarias virtuais como “Clientes que compraram este livro também compraram…”

12 – Álbuns de fotos e projeções de slides
Facebook, Flickr e sites de impressão de fotos como Snapfish são a nova maneira pela qual compartilhamos nossas fotos. No início deste ano, a Kodak anunciou estar descontinuando a produção do seu clássico filme Kodachrome por falta de demanda.

13 – Depender de agentes de viagens para marcar férias
Para embarcar em uma viagem de férias, não precisamos mais passar obrigatoriamente pelo agente de viagens, que tenta insistentemente vender aquele pacote “imperdível”. Sites especializados montam a viagem dos sonhos dentro do orçamento possível.

14 – Adolescentes ansiosos pela sua primeira Playboy
A onipresença de pornografia gratuita e pesada na internet acabou com um dos mais temidos ritos de passagem para os meninos adolescentes: a compra de revistas de pornografia. Porque tremer na fila para comprar a última Playboy se você pode baixar montanhas de obscenidades direto na sua cama?

15 – Relógios de pulso
Ficar mexendo no bolso para pegar seu celular pode não ser tão elegante quanto olhar para um relógio de pulso, mas é mais econômico e prático do que andar por aí com dois equipamentos.

16 – Artistas ainda não descobertos
Colocar suas pinturas ou poemas online é tão fácil, que os artistas desconhecidos não têm mais desculpas.

17 – Escrever cartas
E-mail é mais rápido, barato e conveniente. Receber uma carta escrita à mão de um amigo se tornou um prazer raro, e até nostálgico. Como consequencia, frases de despedida formais como “Com as melhores saudações” foram substituídas por um simples “Valeu”.

18 – Matar tempo
Quando foi a última vez que você passou uma hora olhando o mundo pela janela, ou lendo novamente seu livro favorito? A atração da internet sobre a nossa atenção é implacável e, cada vez mais, difícil de resistir.

19 – Assistir televisão acompanhado
A internet permite que parentes e amigos assistam os mesmos programas em diferentes horários e em diferentes lugares, acabando com o significado daquele que foi um dos mais atrativos apelos culturais da classe média, a experiência compartilhada. Programas para assistir televisão juntos, se ainda existem, se limitam a eventos esportivos e reality shows.

20 – O intervalo de almoço
Você deixa o seu computador para almoçar? Ou come um sanduíche enquanto responde e-mails pessoais e confere as últimas promoções de passagens aéreas?


Fonte : jornal britãnico Telegraph, publicação site: insonia.com

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Pesquisa sobre a Internet no Brasil

segunda-feira, 8 de março de 2010

Como em outros países, também no Brasil a Internet se implantou e se desenvolveu junto ao meio acadêmico e científico. Professores e pesquisadores que houvessem visitado universidades no exterior já conheciam as promissoras redes internacionais de comunicação. Em especial a Bitnet, uma rede que permitia troca de mensagens em escala mundial.
Em setembro de 1988, o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), localizado no Rio de Janeiro, conseguiu acesso à Bitnet, através de uma conexão de 9 600 bits por segundo estabelecida com a Universidade de Maryland.
Dois meses depois, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) também ligou-se à Bitnet, por meio de uma conexão com o Fermi National Accelerator Laboratory (Fermilab), em Chicago.
A Internet decola no país
O grande boom da rede aconteceu ao longo do ano de 1996. Um pouco pela melhoria nos serviços prestados pela Embratel, mas principalmente pelo crescimento natural do mercado, a Internet brasileira crescia vertiginosamente, tanto em número de usuários quanto de provedores e de serviços prestados através da rede.
Uma das provas de que a Internet realmente havia decolado no Brasil veio no dia 14 de dezembro de 1996, quando Gilberto Gil fez o lançamento de sua música Pela Internet através da própria rede, cantando uma versão acústica da música ao vivo e conversando com internautas sobre sua relação com a Internet.
Ainda em 1996, a empresa Andersen Consulting divulgou uma pesquisa realizada com um grupo selecionado de grandes empresas privadas e estatais do país. A pesquisa revelou que 80% dessas empresas já haviam colocado informações e serviços disponíveis na Internet. A pesquisa dizia ainda que mais da metade dessas empresas considerasse “a tecnologia da informação um instrumento essencial para a tomada de decisões”.
O ano de 1997 veio consolidar a Internet tupiniquim. Novas revistas sobre o assunto foram lançadas. Os provedores chegaram a diversas centenas. O conteúdo em língua portuguesa na rede tornou-se significativo. Empresas, bancos, universidades e até o governo fizeram questão de marcar presença na Internet. Algumas estimativas mais otimistas diziam que o número de usuários no Brasil passou de um milhão naquele ano. Mas não há certeza.
De qualquer maneira, o importante é que, hoje, esse número continua crescendo. O assunto já faz parte do dia-a-dia dos brasileiros. Fala-se sobre Internet na televisão, no rádio, nos jornais, nas escolas, nas universidades, nas empresas. A Internet tornou-se, definitivamente, uma ferramenta de comunicação, informação, trabalho e entretenimento para os brasileiros.
Internautas Ativos e Horas Navegadas – Janeiro de 2004 era de 8000 internautas e ficavam em média 12hs online, hoje em 2009 já passam de 22000 ativos que ficam em média 20hs online
Numero de Domínios .br– Em Janeiro de 200, eram 300.000, hoje já passam dos 3.000.000
Locais de Acesso de Internet no Brasil
Residência : de 32% para 46%
Trabalho : de 21% para 30%
Outros Locais : 18% para 40%
Base de 2002 até 2009
Tempo de navegação em domicílio –
Janeiro de 2004 de 8 a 10 horas
Até 2009 aumentou pra mais de 20 horas
Perfil do Usuário – Mulher 46% e Homem 54%
Idade : 2 a 11= 10%
12 a 17= 16%
18 a 24= 17%
25 a 34= 18%
35 a 49= 23%
50 a 64= 11%
+ de 65= 1%



Classe Social –
A – 87%
B – 60%
C – 29%
D/E – 12%
Tipos de sites visitados e porcentagem - Sites de busca – 90%
- Sites de Telefonia e Serviços – 87%
- Entretenimento – 76%
- Computadores e Eletrônicos – 73%
- Noticias e Informações – 57%
- Comercio – 52%
- Sites do Governo – 50%
- Educação e Carreira – 50%
- Família e Estilo de Vida – 42%
- Finanças, Seguros e Investimentos – 38%
- Informações Corporativas – 32%
- Casa e Moda – 28%
- Viagens – 22%
- Ocasiões especiais – 20%
- Veículos Automotivos – 12%
Banda Larga No Brasil –Mais de 72% Usam banda larga
Menos de 28% Usam Internet Discada
Consumo de outras mídias com início da WEBTV – diminuiu 47%
Radio – diminuiu 35%
Jornais – diminuíram 41%
Revistas – diminuíram 30%
Livros – diminuíram 25%
Bibliografia : Ibope, Netratings

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